Não muito amado pelo critica, a franquia Transformers volta aos cinemas nesta quinta, 20, com seu quinto filme.

Transformers é o tipo de filme que a critica não gosta, mas o público ama, e foi pelo amor dos fãs que Michael Bay conseguiu transformar a franquia em um sucesso. Desta vez com Transformers – O Último Cavaleiro o diretor prometeu que a nova superprodução seria rodada com os melhores recursos de som, projeção e, pela primeira vez, câmeras IMAX – tudo porque foi pensada especialmente para ser exibida em grandes telas.

E realmente o filme consegue ser grandioso e vai agradar aqueles que gostam de muita (muita mesmo) ação. A trama é frenética do começo ao fim, e são poucos os momentos em que você consegue dizer ufa.

O roteiro é objetivo, sem enrolação e confusão, as vezes pode parecer coisa demais, afinal o filme tem cerca de duas horas e meia, mas consegue caminhar de forma gradativa. E os personagens conseguem ser mais carismáticos do que os anteriores.

A história se desenrola ao redor de Mark Wahlberg, que volta ao papel de Cade Yeager, e desta vez está bem familiarizados com os Transformes, tudo está bem até ele descobrir um uma especie de amuleto que foi importante na história da humanidade e ajudou Arthur a ser um grande Rei. E quando uma professora (Laura Haddock) de Oxford descobre ser descendente do Mago Merlim ela tem de se juntar a Cade e a um lorde inglês para salvar o mundo.

Transformers – O Último Cavaleiro foi feito para ser visto em uma tela de cinema e consegue entreter e agradar, especialmente quando se é visto em IMAX 3D.